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1955 - Fangio conquista o tri

A parceria Fangio-Mercedes Benz rendeu novos frutos na temporada de 55. A superioridade foi tanta que, com apenas quatro carros, a construtora alemã não teve problemas para se impor diante das cinco Ferraris e sete Maseratis, equipes com o maior número de bólidos nos grids. Por sua vez, o argentino venceu quatro das sete provas existentes.

A Argentina voltou a abrir as disputas e Mônaco recebeu novamente a Fórmula 1, sem nunca mais deixar de sediar uma corrida da categoria. Por outro lado, a temporada foi mais curta, com dois Grandes Prêmios a menos no calendário. Na briga pelo título, Fangio e seu novo companheiro de equipe, Stirling Moss, deram as cartas nas pistas.

A dupla da Mercedes fez dobradinha na Bélgica, na Holanda e na Inglaterra. Com isso, a escuderia só não ganhou em Indianápolis – porque não participou – e em Mônaco, prova vencida pelo piloto da Ferrari Maurice Trintignanti. Ao final da disputa, Fangio bateu Moss por 40 pontos a 23.

Chico Landi também não participou deste campeonato e no dia 26 de maio morreu o bicampeão Alberto Ascari, quase uma semana depois do GP de Mônaco. O que conta a história é que Ascari testava a Ferrari em Monza, mas a inexistência de testemunhas oculares do acidente que o vitimou gerou um certo mistério em torno das circunstâncias de sua morte.

 

 

J.M. Fangio

 

Mercedes W196

Classificação Final

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