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1956 - O primeiro tetra da história

Depois de uma participação estupenda, a Mercedes-Benz retirou-se da Fórmula 1 no final de 1955. Em busca do título, Fangio e a Ferrari se uniram. A escuderia italiana adquiriu o chassis da Lancia e tornou a mostrar competitividade nas pistas. Stirling Moss, antigo companheiro de equipe de Fangio e vice-campeão do ano anterior, arrumou uma vaga na Maserati.  A eles juntaram-se outros dois pilotos na briga pelo título daquele ano: Peter Collins, da Ferrari, e Jean Behra, da Maserati.

O resultado foi um campeonato emocionante, disputado corrida a corrida pelo quarteto, com uma diferença de apenas oito pontos entre o campeão e o quarto colocado. O argentino somou uma vitória a mais que Moss e Collins, foi pole em seis provas e marcou a volta mais rápida em metade das corridas – o que lhe rendeu quatro pontos extras.

Com uma corrida a mais (a Alemanha voltava a sediar uma prova), a temporada teve início no dia 22 de janeiro, em Buenos Aires, e terminou em 2 de setembro, na Itália, com Fangio consagrando-se com o quarto título de sua carreira – o terceiro consecutivo. No total, o piloto da escuderia do cavalino rampante somou 30 pontos contra 27 de Moss, 25 de Collins e 22 de Behra. 

Já entre as equipes, a Ferrari dominou sem sobressaltos. Das oito corridas, venceu cinco. O Brasil encerrou sua participação na Fórmula 1 na década de 50 com a excelente quarta colocação de Chico Landi no GP da Argentina, que pilotava uma Maserati.

 

 

 

J.M. Fangio

 

Ferrari D50

Classificação Final

 
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