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1963 - Jim Clark dá as cartas e o show

O campeonato voltou a começar em maio e fazer sua última corrida já nos últimos dias do ano (28 de dezembro) em 1963. A temporada contou com a estréia do México no calendário. A Brabham, por sua vez, conseguiu ampliar sua “frota” de um para dois carros no grid. Silverstone retornou depois de dois anos sem receber a Fórmula 1. E na Alemanha, John Surtees quebrou o jejum dois anos sem vitória da Ferrari.

Entre os pilotos, o domínio de Jim Clark foi praticamente total nas dez provas realizadas. Ele ganhou sete Grandes Prêmios: Bélgica, Holanda, França, Inglaterra (estes quatro em seqüência), Itália, México e África do Sul. Nos outros três restantes, foi segundo (Alemanha), quarto (Estados Unidos) e abandonou em Mônaco. Além dele, apenas Graham Hill (Mônaco e EUA) e Surtees (Alemanha) venceram naquele ano.

O inglês voador também não deixou para menos em número de poles e cravou sete. Também marcou a volta mais rápida em seis dos GPs que disputou em 63. No México, igualou o número de vitórias em uma mesma temporada, recorde que era até então de Fangio, e bateu o feito do argentino na última prova do campeonato.

A supremacia de Clark se refletiu na vantagem numérica da classificação final. Enquanto o inglês marcou 54 pontos, o vice-campeão (Graham Hill) acumulou 29, a maior diferença registrada até então na história da F1. Quem gostou foi a Lotus, que levantou seu primeiro título de construtores somando 74 pontos, 29 a mais q eu a BRM, a segunda colocada. 

 

Jim Clark

Lotus Climax

Classificação Final

 

 

 

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