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1966 - O tri de Brabham

Quando Jack Brabham resolveu realizar o sonho de fundar sua própria equipe em 1962, ele já tinha o prestígio de quem havia conquistado dois títulos (59 e 60). Até o sonho superar totalmente suas expectativas e a escuderia que levava seu nome ser a campeã do mundo, quando ele próprio conquistou o tricampeonato em 1966, ele a viu acabar na 7ª posição no ano de estréia, na 3ª em 63, na 4ª em 64 e, novamente, na 3ª em 65.

No entanto, em 66, ninguém conseguiu superar o criador (Brabham, o piloto) e a criatura (Brabham, a equipe). No começo, em Mônaco, era difícil dizer que a “dupla” – 11ª no grid e uma daquelas que abandonaram na 17ª das 100 voltas – seria a grande campeã da temporada.

Mas foi o que aconteceu. Brabham foi o primeiro na França, na Inglaterra, na Holanda e na Alemanha; o segundo no México e o 4º na Bélgica. Uma briga boa foi pelas poles. Brabham alinhou no grid em primeiro lugar em um terço das corridas daquele ano. Nas demais, John Surtees, Jackie Stewart, Jim Clark e Ludovico Scarfiotti largaram na frente.

O domínio Brabham foi arrebatador. Jack foi tri em Monza, com 42 pontos, 14 a mais que Surtees e 20 a mais que Jochen Rindt. Sua equipe registrou, curiosamente, os mesmos 42 pontos, 11 a mais que a vice-campeã Ferrari – ausente do GP da Inglaterra, mais uma vez, por conta de uma greve.

Seguindo os passos de Brabham, outro piloto resolveu criar sua própria equipe. Assim, surgia a McLaren. Nas quatro provas (Bélgica, França, Holanda e Inglaterra) que disputou em seu ano de estréia, a escuderia de Bruce McLaren só marcou um pontinho em Brands Hatch.

 

Jack Brabham 

Brabham Repco

Classificação Final

 

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