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1992 - Mansell vence com carro do outro mundo

Depois de uma série de campeonatos emocionantes, a Fórmula 1 viveu uma de suas temporadas mais chatas em 1992. Foi o ano dos monopólios. A Goodyear era a única fornecedora de pneus, a Williams botou todas as equipes no bolso e fez um campeonato à parte. Venceu 10 das 16 etapas realizadas. A McLaren foi a primeira em cinco Grandes Prêmios e a Benetton, em apenas um. O carro equipado com tudo quanto era recurso tecnológico deu o título à equipe de Frank Williams na 12ª etapa da temporada, realizada na Bélgica.

Uma corrida antes foi Nigel Mansell, que estava na Fórmula 1 já há 12 anos, quem finalmente conseguiu ser campeão da categoria. A superioridade do inglês foi tanta que ele botou 52 pontos de vantagem em cima do próprio companheiro de escuderia, o italiano Riccardo Patrese. Ainda faltavam cinco provas para acabar o campeonato quando o Leão conquistou seu título.

Apesar de não ter como lutar contra Mansell e o carro do outro um mundo, Senna – que declarara pilotar até de graça para a Wiliams – venceu três vezes ao longo do ano. Em Monte Carlo, consagrou-se como o Rei de Mônaco por ter batido o recorde de vitórias da prova, que pertencia a Graham Hill, e ainda protagonizou um bom pega com o inglês nas últimas voltas nas ruas do principado.

Senna foi o quarto no mundial de pilotos, registrando 50 pontos. Em metade das corridas disputadas não conseguiu terminar a prova. Em terceiro ficou o alemão Michael Schumacher, que venceu sua primeira corrida na Bélgica.

 

Nigel Mansell

 

Classificação Final

 
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