Jenson Button

 

No quesito beleza, ele é unanimidade entre as F1 Girls (e até já autografou “coisinhas” pra gente). Tem 1,82m de altura, 68,5 kg e mora em Mônaco. Jenson Button é inglês de Frome, Somerset, e nasceu em 19 de janeiro de 1980. Apesar de viver no Principado, possui propriedades no Reino Unido e no Bahrein. Seu pai, John Button, era piloto de rally. Seus hobbies preferidos são mountain biking e body boarding. Button é torcedor do Briston City, time da terceira divisão da Inglaterra.

Começou a correr de kart aos oito anos de idade, depois de ganhar um kart de presente do pai. Aos 11, venceu todas as 34 corridas do campeonato britânico. Em 1997, tornou-se o mais jovem piloto a conquistar o campeonato europeu e ainda venceu o Ayrton Senna Memorial Cup.  Aos 18 anos, disputou a Formula Ford e ganhou o título com nove vitórias. Também triunfou no Formula Ford Festival em Brands Hatch contra o futuro campeão das 500 milhas de Indianápolis Dan Wheldon.

No final de 1998, recebeu o prêmio McLaren Autosport BRDC de jovem piloto, o que incluiu um teste com o modelo F1 da equipe inglesa um ano depois. Em 1999, Button estreou na Formula 3 com a Promatecme. Ele obteve três vitórias na temporada: Thruxton, Pembrey e Silverstone; e terminou 1999 na terceira posição, atrás de Marc Hynes e Luciano Burti.  Com a saída de Alessandro Zanardi, Button disputou e ganhou a vaga de piloto titular da Williams para o ano 2000 contra o brasileiro Bruno Junqueira. Quando estreou na Fórmula 1 em 2000, era o mais jovem piloto a alinhar no grid. Terminou o campeonato em oitavo. 

Depois de uma primeira temporada promissora, Button não repetiu o mesmo desempenho em 2001. Correndo pela Benetton (recém adquirida pela Renault), não teve um carro competitivo e acabou o campeonato na 17ª posição. As coisas voltaram a melhorar para o inglês em 2002. Já com a equipe com o nome de Renault, finalizou o campeonato em 7º. No ano seguinte, Button foi para a BAR e teve como desafeto, oops, queremos dizer companheiro de equipe o canadense Jacques Villeneuve. O ano foi marcado pela guerra de palavras entre eles, tendo o inglês marcado 17 pontos contra 6 do seu rival, o que lhe rendeu a 9ª colocação no campeonato. 

2004 foi o ano de sua primeira pole position (San Marino) e de um progresso significativo da BAR-Honda. As melhorias foram tantas que o inglês ficou atrás apenas das duas Ferraris e terminou o campeonato de pilotos com 85 pontos na 3ª posição. Entretanto, no dia 5 de agosto, o inglês acabou dando início a uma grande confusão. Button revelou que havia assinado um contrato de dois anos com a Williams. A disputa foi parar nos tribunais. De um lado, David Richards afirmava que o inglês ainda tinha mais um ano de contrato a cumprir com a equipe. Do outro, Frank Williams declarava que a transferência era totalmente legal. No dia 16 de outubro, a comissão da FIA reconheceu o pleito da BAR e confirmou que Button era seu piloto até o ano seguinte. 

O estranho é que quando teve oportunidade de ir para a William, Button relutou. Em 2005, quando o inglês viu que a BMW tinha comprado a Sauber e que não iria mais fornecer motores para a Williams, Button decidiu que não queria mais ir para a equipe inglesa. Frank Williams ficou profundamente irritado, mas em 21 de setembro daquele ano, a BAR confirmou Button como seu piloto para 2006. 

E o tempo mostrou ao inglês que ele estava certo em não trocar de equipe. A última temporada começou com testes promissores para a equipe de Button. A BAR virou Honda F1 Team e Jenson Button mostrou-se totalmente à vontade com o carro. O desempenho foi tão bom que ninguém entendeu porque seu novo companheiro de equipe, Rubens Barrichello, não conseguia fazer o mesmo. Button passou algumas corridas namorando o pódio e obteve sua primeira vitória no circuito de Hungaroring, na Hungria, o seu grande ponto alto (literalmente) na temporada 2006. 

Em 2007, sofreu horrores com o carro criado pela Honda. No entanto, ainda conseguiu pontuar na França (8º), Itália (também 8º) e na China, onde ficou na quinta colocação. Os seis pontos lhe renderam a 15ª posição no Mundial de Pilotos, nada mal se comparado ao companheiro de equipe (Barrichello), que sequer conseguiu chegar na zona de pontuação em nenhuma das 17 etapas da temporada.

Não possui ídolos na Fórmula 1, mas ressalta que adorava acompanhar os pegas entre Ayrton Senna e Alain Prost no final dos anos 80-início dos 90. É fã do ator John Travolta e do diretor Quentin Tarantino, ou seja, Pulp Fiction é seu filme favorito. Não se considera um bom cozinheiro – apesar de ter orgulho do brócoli que prepara e gera elogios de sua mãe – porém adora peixe, massa e comida japonesa. Não sai de casa sem cuecas e os famosos óculos Ray Ban. O último livro que leu foi Interpretation of Murder, de Jed Rubenfeld.

 

 

 

Crédito das Fotos: Reuters, Chichester Web, answers.com, Auto Cars, Grand Prix e Le Blog Auto

 

 

 
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