Ao longo de suas 60 participações na Fórmula 1, desde que participou do campeonato de estreia, em 1950, o GP da Itália acabou se tornando tão conhecido e despertando tantas emoções em seus fãs que é considerado um dos melhores locais para a prática da Fórmula 1 no mundo. Pensar no GP da Itália é associar de imediato ao nome de seu famoso circuito: Monza. Em apenas um ano, em 1980, a pista foi substituída pelo circuito de Ímola como sede do GP italiano.
No “solo sagrado” de Monza foram decididos inúmeros campeonatos de Pilotos e de Construtores. Já a primeira decisão, em 1950, aconteceu lá. O mesmo se repetiu em 1956, 1961, 1958, 1963, 1966, 1969, 1972 (quando Emerson Fittipaldi conquistou seu primeiro título), 1975, 1978, 1979 e 1980. O Mundial de Construtores também já foi decidido no GP da Itália em 1959, 1963, 1969, 1971, 1972, 1973, 1975, 1977, 1979 e 1980.
O circuito é tão amado pelos apaixonados pela Fórmula 1 que o nome de suas curvas e setores são conhecidos pelo público assim como ocorre com os GPs de Mônaco e da Bélgica. Contudo, Monza também viveu dias de terror com acidentes graves e fatais vitimando desde pilotos sem muita expressão a grandes ídolos como Ronnie Peterson, em 1978, e Jochen Rindt, em 1970, quando este liderava o campeonato (e que posteriomente tornou-se o primeiro e único campeão póstumo da Fórmula 1).
Michael Schumacher foi o piloto que mais venceu o GP da Itália (5). Nelson Piquet chegou em primeiro quatro vezes, uma delas quando a prova foi disputada em Ímola. Juan Manuel Fangio, Stirling Moss, Ronnie Peterson, Alain Prost e Rubens Barrichello aparecem a seguir com a maior quantidade de vitórias na Itália: três cada um.
Já em termos de pole positions, Fangio e Senna dividem a liderança. Cada um largou em primeiro cinco vezes. Jim Clark, John Surtees, Michael Schumacher e Juan Pablo Montoya alinharam no primeiro posto do grid em três oportunidades cada.