1984
25 de março: Senna estréia na Fórmula 1 no GP do Brasil e abandona na 8ª volta.
07 de abril: Marca o primeiro ponto da carreira ao terminar em 6º no GP da África do Sul.
29 de abril: Repete a posição da corrida anterior, agora no GP da Bélgica.
05 de maio: Senna não consegue se classificar para o GP de San Marino. Os motores da Toleman quebraram no primeiro dia de treinos e a chuva do segundo dia o impediu de obter um bom tempo para alinhar no grid, apesar de ter feito a volta mais rápida da classificação naquele dia.
20 de maio: Abandona o GP da França na 35ª volta, quando estava em 5º lugar.
03 de junho: No primeiro GP de Mônaco que participa, a estrela de Senna brilhou de vez. Debaixo de um temporal, estava prestes a conquistar a liderança da prova, quando a corrida foi interrompida na 31ª volta. Senna, que havia largado em 13º, amargou um segundo lugar e, em seu primeiro pódio na Fórmula 1, apareceu de cara amarrada para a cerimônia por sentir-se prejudicado pelos cartolas. No entanto, ninguém mais teve dúvidas de que ali estava um piloto de talento e as grandes equipes devem ter se arrependido por não tê-lo contratado para a temporada daquele ano.
17 de junho: Chega em 7º no Canadá.
24 de junho: Em Detroit, nos EUA, foi retirado da prova por Philippe Alliot e Stefan Beloff.
08 de julho: Em Dallas, também nos EUA, abandonou a prova com problemas de embreagem e na caixa de marchas.
22 de julho: Na Inglaterra, Senna subiu ao pódio pela segunda vez; agora em 3º.
05 de agosto: Na Alemanha, bateu forte depois que o aerofólio traseiro da Toleman se desprendeu. O carro voou, girou cinco vezes e colidiu contra o guard-rail.
19 de agosto: Abandonou o GP da Áustria na 35ª volta, quando estava em 9º. Depois da prova, o piloto jantou com Peter Warr e Gerard Ducarouge, diretor e projetista da Lotus, que lhe oferecerem um contrato de três anos, um salário três vezes maior e a condição de primeiro piloto da equipe.
26 de agosto: Na Holanda, Senna abandonou a prova, mas foi o centro das atenções da imprensa, ansiosa em saber dele por qual equipe correria no ano seguinte. Senna desconversou, porém um jornal londrino teve acesso a um fax da Lotus confirmando a contratação de Ayrton e comunicou a Ted Toleman. O chefe da equipe sorriu, mas garantiu que alguém iria pagar por aquilo. O contrato de Senna previa uma multa de U$ 150 mil por sua rescisão.
09 de setembro: Senna foi punido pela Toleman. A equipe o impediu de disputar o GP da Itália, substituindo-o por Pierluigi Martini – que não conseguiu se classificar para a prova.
07 de outubro: Senna volta a disputar um Grande Prêmio, desta vez o da Europa, em Nurbürgring. Largou em 12º, conquistou três posições, mas envolveu-se em um acidente com mais seis pilotos logo na 3ª curva e abandonou a prova.
21 de outubro: Senna se despede da Toleman. Nos treinos, foi o 3º, posição que repetiu na corrida. Os mecânicos da equipe agradeceram ao final do GP com um cartaz: “A Toleman nunca mais será a mesma sem Ayrton Senna”.
Em seu ano de estréia na Fórmula 1, Senna obteve 13 pontos e o 9º lugar no mundial de pilotos.