1971 - O bi de Stewart

 

Depois de uma temporada longa e trágica, dois GPs estiveram ausentes do calendário de 1971: Bélgica, com problemas de segurança, e México. Três equipes apareceram mais fortes naquele ano: a Ferrari, a BRM e a Tyrrel, com seu motor Ford Cosworth, que acabou levando grande vantagem sobre as outras - em apenas quatro corridas das 11 realizadas, a Tyrrel não chegou na frente (África do Sul, Holanda, Itália e Áustria, local de estréia do futuro tricampeão Niki Lauda). Em todas as demais, viu um de seus pilotos subir no lugar mais alto do pódio.

Somente uma não foi vencida por Jackie Stewart destas – os Estados Unidos -, onde François Cevert ganhou a corrida. Campeão duas temporadas antes, Stewart pulverizou seus rivais na luta pelo bi. Além de suas seis vitórias, conquistou seis pole positions e subiu sete vezes no pódio. No final, acumulou 62 pontos, 25 a mais que Ronnie Peterson, da March, e exatamente o dobro registrado por seu companheiro de equipe.

Os 73 pontos no campeonato deram à Tyrrel o primeiro e único título em seus 28 anos na Fórmula 1, fato ocorrido logo na sua segunda temporada. Atrás dela ficaram a BRM, com 36, e a Ferrari, com 33 – mesmo número de pontos da March. Já a preocupação com a segurança rendeu frutos em 71. Na França, o circuito de Paul Ricard apareceu como uma pista da nova geração, apresentando medidas de segurança e um impressionante prédio na área dos pit stops. Na Alemanha, Nurburgring voltou com pista, áreas de escape e barreiras de proteção novas. Em Watkins Glen, nos EUA, a pista foi ampliada e os organizadores apresentaram um novo complexo na área dos boxes.

 

Jackie Stewart 

 

Classificação Final

 

F1 Girls Online (2004-2009) - Design por Wanner Cavagnolle