Masters of Disaster
Todos os anos nos perguntamos quanto uma escuderia perde cada vez que um piloto bate o carro ou é atingido por outro. O valor exato ficamos devendo, mas neste campeonato conseguiremos saber quem anda causando mais prejuízos.
O critério é bem simples: Atribuímos um ponto para cada desastre ocorrido nas seguintes circunstâncias:
1) O piloto comete um erro e bate o carro (falhas mecânicas não são consideradas, assim como se o piloto apresentar algum problema grave de saúde antes da batida. Por exemplo, se ele desmaiar e depois bater);
2) Quando o piloto se envolve numa batida, causando quebra/danos/abandono de outros pilotos;
3) Qualquer tipo de lambança (atropelamento de mecânicos, por exemplo - por erro do piloto).
E, assim, bateu sozinho, leva 1 ponto. Bateu em 3 e todos abandonaram? 4 pontos pra ele! (1 porque ele causou o incidente e 1 ponto para cada abandono)
Piloto atingido, pelo menos aqui, não perde nada e ainda contribui para a conta alheia!
Em 2007, o troféu “Master of disaster” foi para o alemão Adrian Sutil, que ficou com 8 pontos na conta. Na vice-liderança, seu compatriota, Ralf Schumacher, com 6 pontos. E, completando o pódio, Heikki Kovalainen, com 5 pontos.
No ano passado, tivemos que partir o caneco ao meio (olha o disaster, aê!) para premiar Glock e Fisichella, com 7 pontos cada. Em terceiro, mas com eterno potencial para líder, ficou um dos masters mais famosos desta década, David Coulthard, com 5 pontos.
