Toyota F1 Team

A equipe japonesa fundada por Sakichi Toyoda debutou na Fórmula 1 no GP da Austrália de 2002. De lá para cá, oito pilotos já foram contratados pela escuderia dirigida por Tsutomu Tomita e Pascal Vasselon (diretor técnico), entre eles os brasileiros Ricardo Zonta e Cristiano da Matta.

Sediada na cidade de Colônia, na Alemanha, surgiu do desejo da construtora em atuar na Fórmula 1 depois de vários anos competindo em rallys e na 24 horas de Le Mans. Em 1995, a FIA chegou a banir a equipe do Campeonato Mundial de Rally por um ano devido ao uso de peças ilegais. Quando retornou em 1996, ainda ganhou algumas provas, mas sem manter o mesmo nível. Em 1999, a Toyota encerrou sua participação nos rallys para se concentrar na Fórmula 1.

No dia 30 de junho do ano 2000, a equipe garantiu sua presença no campeonato de 2002. Durante o ano de 2001, a escuderia testou em 11 circuitos seu protótipo. O primeiro carro da equipe foi projetado por Gustav Brunner. Apesar do grande investimento, a Toyota só obteve dois pontos em seu ano de estréia e não passou da 9ª colocação no mundial de construtores. A primeira dupla de pilotos da equipe (Allan McNish e Mika Salo) não foi recontratada.

Para 2003, a equipe contratou o experiente Olivier Panis e o campeão do ano anterior nos EUA (e que corria com motores Toyota), o brasileiro Da Matta. A escuderia marcou 16 pontos e galgou uma posição entre os construtores. A temporada seguinte foi mais difícil. No Canadá, os dois carros da equipe acabaram desclassificados por uso de peças ilegais. Na Alemanha, Ricardo Zonta substituiu seu conterrâneo depois do brasileiro ter sido demitido.

Além disso, a Toyota foi acusada de espionagem. A Ferrari teve vários arquivos de dados roubados e a suspeita recaiu sobre a equipe japonesa. O caso foi parar na polícia, mas a Toyota se recusou a encaminhar os dados relativos aos seus carros para a Itália. A escuderia argumentou que receava que a Ferrari se aproveitasse da situação para obter informações técnicas. No campeonato, a equipe marcou metade dos pontos obtidos um ano antes, mas repetiu a 8ª posição no mundial.

Em 2005, teve seu melhor desempenho. Marcou pontos em quase todas as corridas, com exceção do conturbado GP dos Estados Unidos quando todas as equipes com pneus Michelin não participaram da prova. A Toyota foi uma delas. Na Austrália, na Malásia e no Bahrein, conquistou seus resultados mais significativos: 2º lugar em cada uma delas.

Dessa forma, a Toyota terminou na 4ª posição no mundial. Na temporada 2006, a equipe só esteve presente no pódio apenas uma única vez, com o 3º lugar de Ralf Schumacher na Austrália. Sem repetir os mesmos resultados do ano anterior, a Toyota acabou 2006 em 6º na classificação geral, com 35 pontos. Em 2007, a situação ficou ainda pior. Apesar de ser uma das equipes com maior investimento financeiro, a Toyota só conseguiu marcar 13 pontos nas 17 etapas, ficando em sexto lugar no Mundial de Construtores. Desse total, oito foram obtidos pelo italiano Jarno Trulli e os outros cinco, por Ralf Schumacher – que acabou anunciando sua saída da equipe e da Fórmula 1 ao fim da temporada.

Em 2008, terá como pilotos Trulli e o alemão Timo Glock, campeão da GP 2 do ano passado.

 

Pilotos 2008: Jarno Trulli e Timo Glock
Modelo 2008: TF108
Motor: Toyota
GPs Disputados: 107
Vitórias: 0
Mundial de Pilotos: 0
Mundial de Construtores:

 

 

 

 

Crédito das imagens: Divulgação e XPB/LAT.

 
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